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(…) práticas de recepção midiática, já assumida de maneira particular por Sousa (1997,1998), para indicar o interesse pelos receptores de um modo geral - sejam eles leitores (em referência à mídia impressa), ouvintes (em relação à mídia radiofônica), telespectadores (em foco a televisão aberta e fechada) e espectadores de cinema – ao que incluiríamos provisoriamente os usuários de computadores, de redes de computadores e da eletrônica digital (por exemplo, videogames) - e suas habilidades, usos e experiências no que diz respeito a cada uma dessas e outras tecnologias digitais.
(…)
as inovações da técnica se conectam com transformações dos modos de percepção e experiência social (Martín-Barbero, 1997). As práticas de comunicação não podem ser reduzidas, portanto, ao sentido adquirido pelas tecnologias, que são mediação do processo comunicativo instaurado. Para reter essa idéia no mapa que pretendemos desenhar, torna-se necessário fazer distinções dentro do amplo espectro das práticas de recepção midiática.
(…)
as inovações da técnica se conectam com transformações dos modos de percepção e experiência social (Martín-Barbero, 1997). As práticas de comunicação não podem ser reduzidas, portanto, ao sentido adquirido pelas tecnologias, que são mediação do processo comunicativo instaurado. Para reter essa idéia no mapa que pretendemos desenhar, torna-se necessário fazer distinções dentro do amplo espectro das práticas de recepção midiática.
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Ana Carolina Ecostegguy Y Nilda Jacks (2004:1,2)
PRÁTICAS DE RECEPÇÃO MIDIÁTICA : IMPASSES E DESAFIOS DA PESQUISA BRASILEIRA