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Na empresa, os membros constituemse como reguladores dos encontros sociais, sendo esta autoregulação efectuada através do controlo de cada indivíduo sobre a ideia de si e dos demais, visando adaptar a sua conduta às expectativas prescritivas decorrentes dos papéis determinados socialmente. Não obstante, como a interacção social se baseia na preservação da identidade do
actor, todas as representações visam “salvar a face” em presença dos outros, mostrando que as regras são observadas, ainda que pouco ou nada se acredite nelas. A tensão que se cria entre o que é imposto socialmente e o que cada actor pode, em dada situação, concretizar demonstra que cada indivíduo tem de realizar um esforço, no âmbito da sua conduta, para que a sua máscara não lhe caia. O eu personagem tem, assim, de ser capaz de manter a capa de convencionalidade que mostra que se conforma com os valores com os quais todos os outros se conformam, ainda que de forma aparente.
actor, todas as representações visam “salvar a face” em presença dos outros, mostrando que as regras são observadas, ainda que pouco ou nada se acredite nelas. A tensão que se cria entre o que é imposto socialmente e o que cada actor pode, em dada situação, concretizar demonstra que cada indivíduo tem de realizar um esforço, no âmbito da sua conduta, para que a sua máscara não lhe caia. O eu personagem tem, assim, de ser capaz de manter a capa de convencionalidade que mostra que se conforma com os valores com os quais todos os outros se conformam, ainda que de forma aparente.
— Gama, María Gabriela (2005: 1892) “A Fabricação da Imagem Social da Empresa”, (LIVRO DE ACTAS – 4º SOPCOM), en BOCC, sección Comunicação e Organização, pdf, en línea: http://www.bocc.ubi.pt/pag/gama-maria-fabricacao-imagem-social-empresa.pdf